Cine Nuderg dia 30 de Novembro

25 de novembro: Dia Internacional de Combate à Violência contra as Mulheres



Também haverá no dia 25 de novembro  uma ocupação cultural e política da Cinelândia para lembrar o Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher.

A atividade contará com apresentações de música, teatro, poesia, intervenções, cartazes, panfletagem e, ao cair da noite, uma vigília em nome das mulheres vítima de violência. “Ainda hoje no Brasil a cada 20 segundos uma mulher é vítima de violência. Em briga de marido e mulher precisamos meter a colher” Declara a organização do evento, chamado pelo Fórum Estadual de Combate à Violência contra a Mulher, mas aberto a todas/os as/os interessadas/os.

 Nessa sexta-feira das 16h às 21h o Fórum convida a todas/os a levarem sua poesia, sua música, sua arte, sua indignação, sua denúncia à Cinelândia pelo fim da violência contra as mulheres

Por mim, por nós, pelas outras...
Não à violência contra as mulheres

Maiores informações: 2544 - 0808

Abertura do CINE NUDERG dia 27 de setembro

III Conferência Municipal das Mulheres da Cidade do Rio de Janeiro

Coordenadoria Especial de Promoção da Política para Igualdade de Gênero
III Conferência Municipal das Mulheres da Cidade do Rio de Janeiro

  O Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro convocou a III Conferência Municipal das Mulheres da Cidade do Rio de Janeiro, através do decreto nº 34126 de 14 de julho de 2011, sob a coordenação da Coordenadoria Especial de Promoção da Política para Igualdade de Gênero – CEPIG.

A III Conferência Municipal das Mulheres da Cidade do Rio de Janeiro é uma etapa do processo de realização de Conferências Municipais, Estaduais e Nacional orientada pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e tem sido um exercício de democracia, de diálogo e de cooperação, vivenciado pela sociedade civil e pelos governos e que tem resultado em importantes avanços para concretizar políticas públicas para as mulheres.

A realização da III Conferência Municipal das Mulheres da Cidade do Rio de Janeiro é fundamental, para o envolvimento da sociedade civil e do poder público visando estabelecer, dentre outras, ações de prevenção e combate a todas as formas de violência contra a mulher e de garantia de seus direitos; de fortalecimento da autonomia, social, cultural e política das mulheres, e contribuir para a erradicação da pobreza extrema e para o exercício pleno da cidadania das mulheres cariocas.

O período de inscrição para a III Conferência Municipal das Mulheres da Cidade do Rio de Janeiro é de 09 a 24 de agosto de 2011, e sua realização nos dias 03 e 04 de setembro de 2011, com a participação de representantes da Sociedade Civil e do Poder Público, para em média 500 mulheres exclusivamente moradoras do Município do Rio de Janeiro.

CEPIG- Coordenadoria Especial de Promoção da Política para Igualdade de Gênero
Rua Benedito Hipólito, 125 - Praça Onze
Telefone: (21) 2517-2726

Um Rio de Mulheres: a participação das fluminenses na história do Estado do Rio de Janeiro

"Com o propósito de contribuir , a REDEH – Rede de Desenvolvimento Humano começou a formar e disponibilizar um amplo acervo sobre a atuação feminina na história do país. Desde 1997, vem realizando um projeto de pesquisa sobre os mais diferentes temas relacionados ao passado das brasileiras. Como primeiro resultado desta iniciativa, publicou o Dicionário Mulheres do Brasil, lançado nacionalmente a partir de outubro de 2000. Um Rio de Mulheres faz parte dos desdobramentos deste referido projeto, que produzirá uma série com mais vinte e seis publicações, contemplando, assim, a atuação feminina em cada umdos estados brasileiros.
Como já esperávamos, começar pelo Rio de Janeiro representou um desafi o maior, considerando que, durante mais de dois séculos, este estado foi o principal cenário dos acontecimentos políticos, sociais
e culturais do país.
O principal objetivo foi traçar um panorama histórico enfocando as mulheres fluminenses, desde os tempos coloniais até os dias de hoje. A partir de um roteiro de pesquisa específica, nos propusemos relatar, mesmo que em síntese, diversas trajetórias femininas. Sem buscar compreendê-las como seres excepcionais, inserimo-las em seus respectivos contextos. Muito embora algumas tenham sido e ou protagonistas de feitos extraordinários, não foram as únicas. A grande maioria viveu – várias ainda vivem – como tantas outras anônimas. São mulheres índias, brancas e negras, que por diferentes maneiras, intencionalmente ou não, ajudaram a preparar o terreno social para que, a cada novo período da história do estado do Rio de Janeiro, um número maior delas pudessem coexistir em melhores condições.
Para viabilizar a edição de Um Rio de Mulheres contamos com as parcerias da Fundação Avina e Boticário, que, como nós, reconheceram a importância de disponibilizar aos formadores de opinião
os feitos e fatos das mulheres na história fluminense. "

SCHUMA SCHUMAHER E ÉRICO VITAL BRAZIL
MARÇO DE 2003
de Mulheres

Schumaher, Schuma. Um Rio de Mulheres: a participação das fluminenses na história do Estado do Rio de Janeiro / Schuma Schumaher e Érico Vital Brazil. - Rio de Janeiro : REDEH, 2003. 100p. Il.

Banco de Dados Sobre o Trabalho das Mulheres - FCC

A Fundação Carlos Chagas dedica um espaço a séries históricas sobre a relação entre mulheres e trabalho. Disponibilizam um banco de informações sobre o trabalho das mulheres no Brasil, que contém séries históricas a partir de 1970, com estatísticas sobre o crescimento do trabalho feminino, a relação entre a família e o trabalho feminino, escolaridade e trabalho, o lugar ocupado pelas mulheres no mercado de trabalho e a qualidade do trabalho feminino, apresentadas em forma de tabelas, acompanhadas de textos explicativos e de notas metodológicas.

Fica a dica para uma excelente fonte pesquisa!!!

Lei Maria da Penha completa cinco anos

Data: 09/08/2011
Neste último domingo (7/8), uma das maiores conquistas das mulheres brasileiras de proteção à violência doméstica completou cinco anos de sanção: a Lei Maria da Penha (11.340/06). Para celebrar a data, a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), junto com a Petrobras, o Governo Federal e a Prefeitura do Rio de Janeiro realizaram, no dia 5 de agosto, um ato show na Fundição Progresso, na Lapa.

A festa contou com a presença das ministras Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas paras as Mulheres, e Luiza Bairros, da Igualdade Racial, e do secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, de autoridades do Governo e da Prefeitura do Rio, da Petrobras, BR Distribuidora, Liquigás, de deputadas e senadoras, de gestoras do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, de secretários estaduais de outros estados, representantes da sociedade civil e do movimento de mulheres, além da farmacêutica Maria da Penha, que dá nome à Lei. Mais de três mil mulheres estiveram presentes.

A legislação alterou o código penal brasileiro e permitiu que os agressores passassem a serem presos em flagrante ou tivessem a prisão preventiva decretada. A lei também acabou com as penas alternativas, aquelas em que o réu é condenado a pagar apenas cestas básicas ou multas, entre outras sanções.

“Depois da criação da Lei Maria da Penha, as mulheres foram encorajadas a denunciar. Já são mais de 300 mil processos, 100 mil sentenças e 1500 prisões em flagrante. Há ainda muita coisa a ser feita, mas temos a certeza de que muitas vidas foram poupadas nesses últimos cinco anos. Comemorar não significa dizer que estamos na plenitude do tratamento que deve ser dado às mulheres”, disse a ministra Iriny Lopes, da SPM.

“Em briga de marido e mulher, todos nós devemos meter a colher, porque é isso que vai trazer a proteção da mulher”, disse ela. “Ficar com medo, encolhida em um cantinho, não vai fazer a situação dessa mulher melhorar. Procure o Ministério Público, a delegacia de mulheres, o serviço de proteção à mulher do seu município e denuncie a violência”, conclamou a ministra.

Na ocasião, a Lei Maria da Penha foi debatida em oficinas, mostra de filmes e diversas apresentações culturais, como o show da cantora Beth Carvalho. A Petrobras confeccionou 10 mil cartilhas de bolso sobre a legislação e formalizou a entrega de exemplares à SPM. Desse total, 500 mil serão distribuídos a partir de setembro, junto aos botijões de gás entregues em domicílios pela Liquigás. No local, o público também teve acesso a serviços da rede pública de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

O evento contou também com a parceira da Polícial Civil do Estado do Rio de Janeiro; do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro; do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro; Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro; do Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência; da Superintendência dos Direitos da Mulher (SUDIM); e do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDIM).